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Direcionamento de tráfego atento à saúde da aplicação.

DNS inteligente combina políticas de resposta e verificações de saúde para encaminhar usuários a endpoints adequados e retirar destinos indisponíveis da rotação.

Políticas, TTL, frequência de checagem, regiões e comportamento de contingência são definidos no projeto.

Rede distribuindo fluxos digitais para diferentes pontos de entrega

Resolução orientada

Respostas DNS alinhadas à disponibilidade.

A camada ajuda a direcionar novas resoluções, mas não corrige uma aplicação sem redundância nem encerra conexões já estabelecidas.

01

Health checks

Verificações consultam endpoints e avaliam critérios como resposta, conteúdo ou tempo limite conforme a configuração.

02

Failover

Quando um destino é considerado indisponível, a política pode deixar de incluí-lo nas novas respostas.

03

Distribuição

Múltiplos endpoints podem receber tráfego segundo pesos, prioridade, localização ou outras regras suportadas.

Projeto de continuidade

Failover precisa ser previsível.

Teste de saúde, TTL e estado dos destinos determinam como o comportamento aparece para o usuário.

01

Definir endpoints

Identificar origens, regiões, prioridades e capacidade de cada destino.

02

Escolher o teste

Verificar um caminho que represente a aplicação, não somente a resposta básica do servidor.

03

Configurar política

Ajustar TTL, limiares, pesos e ordem de contingência para o risco esperado.

04

Simular falhas

Validar retirada, retorno, capacidade do destino alternativo e efeito de caches DNS.

Dúvidas frequentes

O que o DNS consegue — e o que não consegue.

Limites de cache e arquitetura precisam ser considerados.

A troca é instantânea?

Não necessariamente. Resolvedores e clientes podem manter respostas em cache até o TTL, e diferentes componentes podem se atualizar em momentos distintos.

DNS inteligente substitui um balanceador de aplicação?

Não em todos os casos. DNS atua na resolução do nome; balanceadores podem controlar conexões e decisões em outras camadas.

O endpoint secundário pode ter menor capacidade?

Pode, mas isso cria risco durante o failover. A capacidade de contingência deve suportar o volume previsto ou ter uma estratégia de degradação.

Disponibilidade efetiva depende também da redundância dos endpoints, da aplicação e das dependências externas.

DNS inteligente

Mapeie destinos e comportamento de falha.

Com os endpoints e o resultado esperado, estruturamos a política e os testes.

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